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Reunião e palestra encerram ano da Ascribu

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O encerramento das atividades da Associação Sulina de Criadores de Búfalos (Ascribu) em 2017 foi marcado por reunião da diretoria e associados e palestra do economista-chefe do Sistema Farsul, Antônio da Luz, sobre projeções do mercado de carne para 2018.

No auditório da Farsul, o presidente Delfino Beck Barbosa e o vice, João Gaspar Almeida, destacaram algumas das principais ações desenvolvidas ao longo deste ano, como o convênio com a Emater, os dias de campo, a participação positiva na Expointer e a criação da Bolsa do Búfalo, entre outras.

Presente à reunião, a médica-veterinária da Secretaria da Agricultura Carla Lehugeur informou que em breve será divulgado relatório sobre produção e abate de búfalos no Estado

Economista destaca a Ásia

O economista Antônio da Luz projetou que o mercado de carne bovina crescerá em 6 milhões de toneladas até 2026 e que a maior demanda (84%) será gerada pela Ásia. Por isso, para ele, os produtores de carne do Brasil devem mirar prioritariamente o continente asiático e não a União Europeia, cuja participação nas exportações brasileiras do produto é de 18%. Sem falar que as exigências de qualidade dos europeus são muito mais rígidas que as dos asiáticos.

Examinando os competidores, Luz observou que a Índia tornou-se o maior exportador de carne do mundo, embora ainda seja deficiente na questão sanitária. Os Estados Unidos, por sua vez, é outro mercado comprador, pois o seu consumo está maior que a produção.

O mercado interno brasileiro, em razão da crise econômica, está em queda – vai melhorar lentamente nos próximos anos -, mas as exportações se mantêm em alta. E o preço da carne exportada é acrescido de 50% ao praticado internamente.

Luz, escolhido o Economista do Ano pelo Corecon-RS, recomendou investimento em qualidade e em estratégia. “É preciso receber bem os compradores asiáticos, saber o que eles querem consumir, ver o que está acontecendo no mercado mundial”.